Lock and key

Lock and key

Episódio 2|21 трав 2023 р.
Marcações:
Marcações:

Introdução do Livro do Zohar

“A Fechadura” e “A Chave”

21 de Maio de 2023 29:12min.

Transcrição:

M. Sanilevich: Olá a todos. Olá, Dr. Michael Laitman. Continuamos a nossa série de conversas sobre a Introdução do Livro do Zohar, e hoje vamos mergulhar no artigo chamado “A fechadura” e “A Chave”. Vamos começar provavelmente com a coisa mais simples, o nome em si mesmo: “A fechadura” e “A Chave”. Provavelmente uma descrição simbólica de algo que está escondido e há provavelmente alguma “Chave”, uma abordagem à revelação. Então, o que esconde o Livro do Zohar de nós neste artigo, Dr. Laitman?

Rav: O Livro do Zohar esconde de nós, primeiro que tudo, toda a criação, e esconde de tal forma que começamos a perceber que tudo está oculto de nós, não revelado. Nós esperamos que nos revele tudo, mas a intenção por detrás do livro não é essa. A intenção do livro é descobrirmos que nos encontramos num ocultamento, e esse ocultamento, é o que constantemente opera em nós, nos influencia. Encontramo-nos numa percepção da realidade muito limitada e esta realidade continuamente aplica pressão sobre nós. E não a entendemos, não entendemos o que acontece com todos nós. E no geral, com toda a natureza. E desta forma, no geral, estamos num tipo de ocultamento. E em oposição a este ocultamente há a opção de revelar uma “oportunidade de revelar”, e isto é sobre o que nos fala o Livro do Zohar. Como nós podemos aproximar da natureza que está oculta de nós, e como podemos começar a revelá-la. A descobrir as forças ocultas por detrás dela, os esquemas, diferentes tipos de fenômenos maravilhosos. E desta forma vamos sentir, compreender, e descobrir o que é a natureza em si mesma.

M. Sanilevich: Qual a coisa principal que está escondida da nossa percepção? Compreende que existem muitos ocultamentos, o potencial humano está escondido do homem, o futuro está oculto, a governança superior está oculta, há muitos ocultamentos. Qual é a principal ocultação da nossa percepção Dr.?

Rav: O que está oculto da nossa percepção é a Força Geral da natureza chamado de Criador, que inclui tudo dentro dela, porque falamos de uma Força. Tudo o que existe na natureza, os níveis, inanimado, vegetativo, animal e humano, todos juntos, leva-nos, à direção de um determinado objetivo. E o que está oculto de nós, gostaríamos de revelá-lo, gostaríamos de descobrir qual o nosso destino, mas infelizmente não o podemos revelar ainda. Revelamos um pouco aqui, um pouco ali, mas na realidade, quanto mais revelamos, mais compreendemos que há coisas muito maiores escondidas de nós, e que nós próprios não as estamos a revelar.

M. Sanilevich: Então, o Livro do Zohar revela a realidade daquilo que se encontra oculto de nossa percepção. Que compreendemos que há algo oculto de nós, e isso já é em si mesmo é um tipo de revelação, Dr. Laitman?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Muito bem, então começamos com o artigo. Ele começa como qualquer outro artigo. Dois Sábios caminham ao longo do caminho, chegam até a um determinado campo…bom, eu vou ler. Claro que temos este artigo traduzido em várias línguas, pode encontrá-lo no nosso arquivo. Vou começar a ler. “Rabi Chiya e Rabi Yosi estavam andando pelo caminho.” Estes são dois Sábios. “Estavam andando pelo caminho quando eles chegaram a um campo o Rabi Chiya disse ao Rabi Yosi: ‘Está a dizer a palavra ‘no início’ (Bará Shit), que está implicada em Bereshit, e claro que é assim”. A pergunta é: quem são estes dois Sábios em mim? Pois, estamos a falar do desenvolvimento interno de uma pessoa, obviamente que não é algo histórico. E por que é desta forma? Por que é que há uma ênfase no fato de que se aproximaram de um campo, e não de uma floresta? O que significam todos estes conceitos Dr. Laitman?

Rav: Acontece que é tal como a nossa vida. Precisamos atravessar o campo. E neste campo, precisamos de encontrar o nosso caminho. E é bom que haja alguém conosco ao longo do caminho, um amigo com quem possamos discutir o nosso caminho, unir e conectar e tentar averiguar se estamos no caminho certo, averiguar o nosso objetivo etc. O que acontece aqui é verdadeiramente um acontecimento que nos acontece muito na vida quando queremos realizar algo na vida, e temos um parceiro, alguém que nos acompanha, e falamos com ele, e assim conseguimos chegar a conclusões, conclusões especiais sobre o que precisamos fazer para não nos desviarmos do nosso objetivo na vida.

M. Sanilevich: Bem, Dr. Laitman o caminho é o nosso percurso de vida, mas então o que é o “Campo”?

Rav: O “Campo” é o campo em que a pessoa precisa escolher a sua direção. E nesse campo encontrar o caminho certo, que o vai levar ao propósito da vida, ao seu significado. Que não vai simplesmente existir e deixar tudo passar ao lado.

M. Sanilevich: Então o “Campo” é o lugar onde a pessoa vai trabalhar, onde se pode fazer o trabalho e encontrar o caminho certo. É isso Dr.?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Dr. Laitman, está escrito, e aprendemos que a Torá é Zeir Anpin e, é uma das dez Sefirot que inclui 6 nela. O que significa ‘Bereshit’?

Rav: Significa que o Criador, que criou toda a natureza, e toda essa natureza está sob o Seu controle. Ele criou 6 partes: Chessed, Guevurá, Tiferet, Netzach, Hod, Yessod e Malchut. O Criador em si mesmo influencia a natureza através das 3 Sefirot Superiores, Keter, Chochmá e Biná, depois das quais vêm estas 6 Sefirot, Chesed, Guevurá, Tiferet, Netzach, Hod, Yessod e Malchut, sendo Malchut o sétimo e último, ou seja, através das seis Sefirot, criou a sétima e última na qual é realizado todo o pensamento da criação. E isto é, em suma, o que trata o Livro do Zohar.

M. Sanilevich: O que significa que a Torá é ZA?

Rav: ZA é a parte central do sistema da natureza, que percebe tudo desde o alto, e passa para baixo, para todos os componentes da natureza, inanimado, vegetativo, animal e humano, e, portanto, é considerado que toda a natureza é como se fosse ZA.

M. Sanilevich: Muito bem, e então está escrito no Zohar, que no artigo “Bereshit”, item 42 está escrito que: “Aquele que é oculto, estabeleceu os céus interno que és Biná.” O que está escondido, ou oculto?

Rav: O Criador é o nível mais elevado, Keter, ocultado dos inferiores, porque este já é o seu estado final corrigido. "Portanto, o Criador em si mesmo está oculto por detrás de todos estes níveis, para que ao ascender a eles, ao revestir-se neles." Assim, quando os seres inferiores se revestem nestes níveis, é para que as pessoas no nosso mundo sejam capazes, gradualmente, de O revelar, de O compreender e de aproximarem dEle.

M. Sanilevich: Então, se entendi corretamente, temos o pensamento da Criação. que são os primeiros três níveis: São o pensamento, a Cabeça, e isto não alcançamos, e as ações do Criador, são os restantes das Sefirot, e é algo que alcançamos?

Rav: Sim, exatamente!

M. Sanilevich: Mais à frente diz sobre a “chave” que “abre e fecha”. Temos a fechadura que oculta e a chave que pode abrir e revelar. O que é essa qualidade numa pessoa que abre e fecha a fechadura?

Rav: Depende das qualidades do homem, que se aproximam ou afastam do Criador, e que de forma correspondente revelam ou escondem toda a criação de si mesmo, toda a natureza.

M. Sanilevich: Então, novamente, como é que encontramos esta “chave” dentro de nós, que revelam estas ações do Criador?

Rav: Se substituir em você a qualidade de recepção pela qualidade de doação, e isto pode ser feito apenas se encontrar num grupo; E assim, se conectarem uns com outros que se interajudam a elevar-se acima do ego, e revelar-se pelo bem dos outros. Desta forma, neste grupo o que acontece é que, ao revelar-se uns aos outros, ao aproximar-se uns dos outros, também ficará claro para você, como poderá revelar toda a natureza.

M. Sanilevich: Então, compreendi bem, é de acordo com a Lei da Equivalência de forma, só podemos revelar as ações do Criador se nós mesmos realizamos ações semelhantes.

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Nos nossos desejos, Dr. Laitman?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Mais à frente escreve: “Há muitos tesouros escondidos, nesse palácio, um em cima do outro.” Antes de mais, o que é um palácio dentro de uma pessoa, ou palácios, e o que é o tesouro?

Rav: Palácios são os vasos, Kelim, que revelamos, São desejos tremendos, que podem ser revelados e preenchidos com a Luz Superior, com as riquezas Superiores, os Tesouros. Estes são os Palácios do Criador, dentro dos quais a revelação acontece. E eles, os Tesouros, às riquezas não são como no nosso mundo em que pensamos em ouro e pedras preciosas, mas aqui estamos a falar de realização. A realização de todos os segredos da natureza.

M. Sanilevich: Se entendo, os Tesouros são um tipo de prazer que uma pessoa obtém como resultado de um tipo específico de conexão com o Criador, Dr. Laitman?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: E para isso precisamos de Palácios, que são desejos tremendos, Dr.?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Então, para começar, não temos desejo de revelar estes Tesouros.

Rav: Certo.

M. Sanilevich: E por quê?

Rav: Porque é assim que nascemos. Nascemos de uma forma em que não os sentimos, não sentimos o quão especiais são, se os revelarmos. Não sentimos nada ali. É como dar moedas de ouro a um bebê. Para ele não significa nada.

M. Sanilevich: Sim, logicamente. Mas, penso que muitos gostariam de ter algum tipo de conexão com o Criador, isso seria o Tesouro…

Rav: Depende em que condições. Se estivermos a falar da conexão com o Criador que é construída em doação mútua, ou seja, em qualidades semelhantes, então o que precisamos é de obter qualidades iguais às do criador, quais são doação, amor, ajuda, etc. Estas são na realidade as qualidades que o Criador possui e nós não! Portanto, não o sentimos. Não sentimos a ânsia de o alcançar, pelo contrário, uma vez que existe uma oportunidade de O alcançar, imediatamente fugimos dela.

M. Sanilevich: Então, o Criador, que representa amor e doação completa, não precisamos dEle?

Rav: Claro que não. Para quê? Tal como está escrito no Livro do Zohar.

M. Sanilevich: A seguir diz: “Naqueles Palácios, que são os nossos desejos, anseios, há portões. O Livro do Zohar diz que foram feitos para ocultamento, para ocultar a Luz. Há 50 portões estabelecidos em quatro direções, e tornaram-se 49 portões, uma vez que um deles não tem lado, e é desconhecida a sua localização, acima ou abaixo. E por esta razão, este portão permanece escondido.” Por que existem 50 Portões? O que são estas 4 direções, e por que é que estes Portões permanecem fechados?

Rav: O que acontece é que precisamos alcançar um estado em que revelamos o Criador de forma completa. A completa revelação do Criador aos seres criados. Isso significa que eles adquirem todas as qualidades do Criador. As qualidades do Criador são os 49 Portões e o último Portão é o mais fundamental. E precisamos de revelar a todos, e então vamos alcançar os Palácios Superiores do Criador, e vamos revelar, sentir, quem É, o que É que Ele É, quais os Seus Palácios, as Leis da Natureza. Tudo o que acontece nas Leis da Natureza, independentemente da distância, da distância entre as suas diferentes partes. Tudo vai ser revelado e tudo vai entrar em nós, tornar-se a parte das nossas oportunidades.

M. Sanilevich: Assim Dr., Os cinquenta Portões são a construção da nossa alma? Dos nossos desejos? Consistem em cinco partes multiplicadas pelas 10 Sefirot?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Então, abrimos 49 Portões, o 50 permanece fechado, por quê?

Rav: Não podemos abrir o Portão cinquenta nós mesmos. É algo que o Criador abre. Claro que o Criador também abre todos os outros portões, mas nós não temos nenhuma conexão com o último.

M. Sanilevich: Dr. Laitman, quando o Criador revela estes 49 Portões, o ser criado já está conectado a Ele?

Rav: Relativamente.

M. Sanilevich: E o Portão 50, possui algum tipo de conexão especial?

Rav: Sim, é a completa conexão com o Criador.

M. Sanilevich: Dr. vemos que, o Zohar escreve: “dentro desses Portões há uma Fechadura e uma Abertura muito estreita para inserir a Chave. Não está inscrita nem aparente, mas apenas de acordo com a inscrição da Chave, que não conhece a abertura apertada, mas apenas naquela chave.” E diz ainda: “no início, Deus criou, e no início é a chave na qual tudo está escondido, e isto é o que “abre e fecha” Vejo que a palavra “Bereshit”, no “início”, é muito utilizada.

Rav: “Bereshit”, no início, contêm em si todo o segredo da revelação, e por isso, é tão importante. Se estudarmos o ocultamento e a revelação do Criador, aprendemos tudo o que rodeia esta palavra “Bereshit”, é como um código, através do qual entramos na Natureza e revelamos todas as suas partes até à revelação completa.

M. Sanilevich: Então a palavra em si mesma “Bará-Shit”, no “início”, com a qual começa a Torá é a chave com a qual revelamos tudo, Dr. Laitman?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Isso é interessante. Como é que uma palavra pode ser a Chave? O que está escondido nesta palavra, Dr. Laitman?

Rav: No princípio existia uma palavra, é o que está escrito.

M. Sanilevich: Ele explica que “Bereshit” é “Bará-Shit” significando que foram criados 6. Há um segredo aqui, Criou 6, certo? Assim, compreendo que através destas 6 ações o Criador opera em nós, mas vemos que existe um número tremendo de Leis por meio das quais o Criador nos desenvolve. Expresso claro Dr. Laitman?

Rav: Não. Na parte Superior da estrutura, existem Keter, Chochmá e Biná daí originam 6 partes, Chessed, Guevurá, Tiferet, Netzach, Hod e Yesod. E a última parte, que é Malchut e se encontra absolutamente oculta. Apenas se as 6 partes anteriores forem corrigidas, reunidas, conectadas, se constrói o Malchut. E as pessoas podem entender o que veio antes, entender todo o sistema de governança da criação.

M. Sanilevich: Está escrito que existe uma Fechadura, e uma Abertura estreita, e algum tipo de inscrição ali. Como é que posso descobrir dentro de mim mesmo onde colocar a Chave? A Chave deve ser algum tipo de abordagem ou… como é que revelo isso, como é que descubro, Dr. Laitman?

Rav: Não é algo mecânico, e não é algo dentro de si mesmo que opera dentro de si de alguma forma. É algo emocional. Deve compreender que precisa mudar certas qualidades suas, por forma a efetivamente pegar nestas qualidades de Chessed, Guevurá, Tiferet, Netzach, Hod e Yesod, por forma a reunir essas qualidades dentro de você mesmo, pegar na Chave e colocá-la em Malchut e revelar a natureza.

M. Sanilevich: Como é que a pessoa pode descobrir a Chave dentro de si mesmo? Dr. Laitman?

Rav: Se a pessoa estudar a Sabedoria da Cabalá começar a sentir a sua conexão com o Segredo, e como resultado chega ao ponto de que é necessário para ele revelar este segredo. Este é o propósito da sua existência. E, portanto, a pessoa vai nesta direção. Não há outra forma.

M. Sanilevich: Se entendi corretamente das suas explicações anteriores, o segredo é concluído quando alcançamos as qualidades do Criador, que é doação completa sem nenhum pensamento sobre si mesmo. Qual é o segredo aqui?

Rav: Que não temos essa qualidade dentro de nós.

M. Sanilevich: Mas já estamos a falar dela, por isso não é exatamente um segredo! Todas as pessoas sabem e podem ler sobre isso…

Rav: Ler sobre isso não significa nada. Precisa sentir essa qualidade em si mesmo, e com a ajuda dessa qualidade, ver o mundo. E então já não vai ser mais um segredo.

M. Sanilevich: Então, a definição do que é um segredo é a diferença?

Rav: Sim, como resultado de você dizer a palavra, evocá-la.

M. Sanilevich: É certo que esta é a qualidade do Criador que precisamos obter para revelar todos os segredos. Ou seja, uma pessoa escuta e, portanto, para ela já não é um segredo. Entretanto não pode fazê-lo, não o pode concretizar, mas pelos menos sabe que é assim, se acreditar no que está escrito. Este é o único segredo aqui, ou há mais alguma coisa? Apenas precisamos de nos tornar bons e em doação como o Criador?

Rav: Esse é o Bereshit, esse é o início, e a partir daí tudo fica revelado.

M. Sanilevich: Então é apenas por meio de alcançar equivalência de forma com o Criador?

Rav: Certo.

M. Sanilevich: Então é tipo como arranjar o seu carro, e começar a passear e a ver coisas pelo caminho.

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Então é um meio, e não o objetivo? Obter a qualidade do Criador é um meio por forma a revelar o pensamento da Criação?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Em conclusão, lemos um artigo muito interessante chamado de “Fechadura e Chave” do Livro do Zohar, e há muita terminologia aqui. Novamente. Temos a Chave, a Fechadura e os Portões. Se puder explicar como podemos trabalhar com estes conceitos.

Rav: Eles encontram-se nas nossas qualidades. Se nos aproximarmos uns dos outros, então, de forma gradual, vamos aproximar-nos do Portão, vamos encontrar a Chave e vamos mesmo descobrir que temos uma chave para Ele. Vamos ser capazes, com a ajuda da Chave, de revelar a Fechadura, abrir o Portão e entrar nos Palácios do Rei.

M. Sanilevich: Se entendi corretamente, há certos segredos na criação, há Portões. Antes de mais, preciso encontrar os Portões, um certo lugar em que passamos de estado para estado, e obviamente que existe uma Fechadura no Portão, um obstáculo. Certo Dr, Laitman?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: E o obstáculo Dr. para nós é que não conseguimos imediatamente revelar a qualidade da doação?

Rav: Certo. Apenas através das Seis Sefirot, de outra forma a pessoa fugiria imediatamente. Se o Criador fosse revelado, à pessoa, não haveria nada pior.

M. Sanilevich: Certo. Porque haveria uma discrepância de qualidades. Apenas quando a pessoa encontra, a Chave dentro dela, já há uma abordagem para a Chave dentro dele e revela os 49 Portões, as Fechaduras que abrem gradualmente, e o Portão 50, já se torna acessível para entender que toda a vida é sobre doação, sem nada para si mesmo, Certo Dr?

Rav: Sim.

M. Sanilevich: Muito bem, no geral, é tudo de bom!

Rav: Tudo vai ser bom, não se preocupe.

M. Sanilevich: Então este foi o artigo “Fechadura e Chave” até à próxima, tudo do melhor.

________________________________________________