What is a group of Kabbalists?• When was the first Kabbalah group formed?• What are the key characteristics in this group?• What are the basic conditions required for the formation of such a group?

What is a group of Kabbalists?• When was the first Kabbalah group formed?• What are the key characteristics in this group?• What are the basic conditions required for the formation of such a group?

Episódio 189|3. kvě 2022

O MUNDO - A LIDERANÇA ESPIRITUAL

O Mundo - 03 de Maio de 2022 34:37 min

TRANSCRIÇÃO:

Norma: Olá e bem vindos uma vez mais ao programa O Mundo. Desta vez conversamos com o Dr. Michael Laitman acerca de um outro tema interessante. Bem vindo Dr. Laitman.

Rav: Bem vindos. Muito obrigado. Muito feliz de estar aqui com vocês.

Norma: Dr. Laitman, hoje queremos conversar acerca da liderança espiritual. Isto foi algo que prevaleceu ao longo dos anos nos diferentes grupos Cabalistas, como estes se administraram, como se desenvolveram, ao longo da história e queremos aprofundar acerca deste tema. Para começar, o que é um grupo de Cabalistas?

Rav: Um grupo de Cabalistas é um conjunto de pessoas, não mais de dez, nem menos de dois, que decidiram chegar a tal relacionamento entre ele, que pode ser chamado de relacionamento espiritual, que é um relacionamento de amor, conexão, mutualidade e etc…

Norma: Quando foi formado o primeiro grupo a fim de estudar a Sabedoria da Cabalá?

Rav: O primeiro grupo que se dedicou ao estudo da Sabedoria Cabalá como um grupo conhecido por nós, ocorreu há dois mil anos atrás, através do Rabi Shimon. Mas mesmo antes havia vários grupos de Cabalistas que se sentavam, conversavam e estudavam e desse modo transferiram o conhecimento alcançado, oralmente, de um a outro. De mestre ao grupo, de grupo a grupo.

Norma: E quais são as características chave de um grupo de Cabalistas?

Rav: E a relação entre as pessoas, que era necessário a fim de alcançar a essência do Mundo espiritual, alcançar antes de tudo a conexão entre eles, acima do ego de cada um.

Norma: E quais são as características básicas para a formação de um grupo Cabalístico?

Rav: As mesmas condições, quer dizer, necessidade que descobriram na conexão entre eles, a fim de alcançar o Criador, a fim de revelar entre eles o Criador.

Norma: Conhecemos também o caso de Abraão Avinu, que foi o primeiro que criou um grupo de estudantes de Cabala, conforme está escrito nas nossas fontes (Bereshit Raba) (Pay dalet,dalet - 84,4) nos escritos judaicos, que dizem que Abraão, o nosso patriarca costumava convidá-los para sua casa, dar-lhes de comer e beber, e introduzi-los à Sabedoria da Cabalá. Faz-nos lembrar como o Dr. convidava pessoas para sua casa. Como se sentiu quando o grupo Bnei Baruch nasceu? Quando sentiu a necessidade de estender este conhecimento ao resto do mundo?

Rav: Olhe, é uma inclinação natural para uma pessoa que estude a Sabedoria da Cabalá, ela quer divulgar este conhecimento, fazê-lo chegar a toda a gente, isso é uma coisa. A segunda coisa, o fato de que disse que o primeiro grupo de Cabalistas veio de Rabbi Shimon Bar Yochai, ao todo há dois mil anos atrás. O que eu quis dizer, foi que começou o estudo de uma forma organizada, de acordo com o que Rabbi Shimon explicou aos seus estudantes e até este dia podemos ler sobre isso no livro do Zohar porque tudo está lá escrito. Ele falou acerca disso oralmente, os estudantes aprenderam assim, e depois escreveram sobre isso no Livro do Zohar, mas na realidade, os Cabalistas costumavam sentar-se e estudar, muito antes disso. Eles costumavam estudar de todos os tipos de passagens ocultas, alguns dos quais nós também conhecemos.

Norma: Então o Dr. sentiu esta necessidade de divulgar este conhecimento a todo o Mundo? Sentiu essa chamada interna, em um certo momento?

Rav: Sim, verdade. Eu acho que qualquer pessoa que estude a Sabedoria da Cabalá sente o quão necessário este conhecimento é, especialmente nos dias que correm, para todas as pessoas no mundo, sem excluir ninguém, e portanto, não há maior necessidade para a pessoa, do que divulgar este conhecimento a todos.

Norma: Ao longo da história, através de escritos e testemunhos, de grupos de cabalistas. Entre os mais conhecidos se encontram o grupo de Rabbi Akiva, Shimon Bar Yochai, o Ramchal, o ARI, os Cabalistas de Kotzk, e claro, Baal HaSulam, o grande Yehuda Ashlag (Rabash), o grande Baruch Ashlag, e hoje o Dr. lidera o grupo Bnei Baruch, com estudantes de todo o mundo, que falam muitas línguas, que diferenças existem entre as lideranças dos diferentes grupos, se é que há diferenças de liderança, e também entre esses grupos e o Bnei Baruch também em termos de liderança?

Rav: Os grupos do passado, eram pequenos grupos, dois, três, cinco, talvez dez, vinte, e não mais. O ensino era oral, e apenas no século vinte começamos a estudar de livros escritos, e mesmo livros impressos. Antes disso, nada disto existia. O professor costumava sentar-se e falar aos seus estudantes. Os estudantes costumavam sentar-se e às vezes escrever, se houvesse o que escrever, e com o que escrever e era assim. Nos nossos tempos, já temos computadores, textos e telas, e podemos obter ajuda de todas estas técnicas por forma a salvar os materiais, copiá-los, dividi-los de várias formas, fazer cópias, etc… E portanto, não é como era antes. O ensino e o estudo tornou-se muito mais aberto e ilimitado. Saiu dos limites e já não é preciso escondê-lo, dividi-lo, trabalhar de forma cuidadosa, porque estes são tempos diferentes e houve muitos desenvolvimentos no campo das máquinas fotocopiadoras e impressoras e as pessoas referem-se aos textos de uma forma diferente.Sim

Norma: Precisamente sobre esta evolução, sobre todas estas mudanças, a cadeia de Cabalistas desde Baal HaSulam, Rabash, até ao Dr, foi uma verdadeira revolução e estabeleceu as bases para o ensino da Sabedoria da Cabalá, não só para esta geração, mas para as gerações seguintes, porque um grupo Cabalista precisa de se manter e desenvolver de acordo as necessidades da geração, portanto, que essência eterna precisam de preservar?

Rav: Quando falamos de um grupo que estuda a Sabedoria da Cabalá, temos que falar sobre usar os materiais, o que estudam, quem os ensina e de que forma, como se conectam antes da lição e depois da lição, o que têm para além da lição, o quão conectados estão uns aos outros. Há muitas condições para aqueles que estudam a Sabedoria da Cabalá. Não é como estudar na Universidade, que abrimos um livro e estudamos, fazemos uns testes e esquecemos tudo. Aqui, precisamos de estudar juntos, precisamos de saber que do nosso estudo mútuo o que vamos obter é uma conexão espiritual. Não se trata do conhecimento que vamos meter dentro das nossas cabeças. Não se trata disso de todo, talvez até do contrário: quanto mais esquecemos, melhor, porque assim, o que se trata na realidade, é da conexão, da conexão dos corações, e assim é como avançamos. O tipo de aprendizagem é completamente diferente. O estilo não é como na escola e na universidade, conforme estamos familiarizados no nosso tempo.

Norma: Desde que o Dr. estudou com o seu professor, o seu mentor Rabash, até agora, houve algum tipo de mudança. Como você definiria essa mudança?

Rav: A mudança ocorreu… por várias razões. A primeira razão é que o estudo foi transferido para um computador, e podemos copiar e duplicar e imprimir e tudo se tornou muito aberto, muito fácil, acessível. E estudamos num grupo grande, que alcança todos os países do mundo e tudo é imediatamente transmitido de mim para milhares. Normalmente o que vemos é em volta de 5000 ou 6000 estudantes, todos ao mesmo tempo, e isto são apenas aqueles que estão diretamente conectados conosco, mas também temos aqueles que não estão diretamente conectados conosco, mas juntam-se ao grupo, porque está aberto a todos. Isso é um motivo, e o segundo motivo, através deste tipo de conexão entre as pessoas, estabelecemos uma força grande que exige, que atrai. Esta é a outra razão. A terceira razão é que desta forma podemos dividir o ensino em níveis. Temos jovens, homens e mulheres, e todos nós estudamos juntos, mas ninguém interrompe os outros. Não sei, há tantas coisas que mudaram desde há trinta anos atrás, e desde então, continua.

Norma: O Dr., como Cabalista, como vê o seu papel nesta mudança? Desde o tempo de Rabash e até agora?

Rav: Eu vejo que é uma geração muito diferente. É uma geração que precisa de receber a Sabedoria da Cabalá, como chamar-lhe… no método moderno, no bom senso da palavra. Com todos os adereços que possam ajudar a pensar na direção espiritual e não na direção material. Para mim parece-me uma boa geração e estou feliz de estar em contato com ela.

Norma: O Dr., pessoalmente, como é que vive esta transição?

Rav: Eu estou feliz, como disse. Eu ensino, estou conectado com esta geração que se está a construir a si mesma, e eu, em alguma medida, sou parte disto. E liberto-os para a próxima geração.

Norma: O grupo global de Cabalá, Bnei Baruch, os seus estudantes estão organizados em dezenas. Na Sabedoria da Cabalá, uma dezena é um corpo que está adaptado à estrutura da criação, que são os dez Sefirot. Todos os cabalistas ao longo das gerações estudaram em dezenas?

Rav: Sim, normalmente, se o pudessem, estavam numa dezena. Não podiam sempre estar no mesmo lugar e reunir-se ao mesmo tempo, mas hoje, mesmo hoje, com o veículo e com todas as opções, às vezes não é assim tão simples, mas com os computadores, e linhas tecnológicas, conseguimos estar conectados de uma forma boa e agradável todos juntos.

Norma: Rabash, o seu professor e mentor foi considerado o último dos moicanos, não seria adequado apontá-lo a Si, como o último dos moicanos?

Rav: Não, não, não. Isto fala de pessoas que atingiram grandes níveis de revelação, não como eu, que nasceram e desenvolveram nos tempos da última geração, no que diz respeito ao seu comportamento, conhecimento, devoção. Eles pertencem à geração da verdade, onde existiram verdadeiros cabalistas, e terminou com Rabash. Ele foi o último dos Moicanos, que nos passou o que pertence à sabedoria da Cabalá no passado, e nós continuamos, o máximo que pudermos.

Norma: O Dr. dedicou a sua vida inteira a ensinar a Sabedoria da Cabalá, a estudá-la, a revelá-la ao mundo inteiro…

Rav: Verdade. Isso é o que eu pensava que deveria fazer. O que eu obtenho é o resultado. As próximas gerações o dirão.

Norma: O Dr. mencionou que o seu legado não deverá continuar através de uma pessoa específica, mas através de um grupo de pessoas, um grupo de liderança espiritual. Por que tem que acontecer assim desta forma tão diferente do passado?

Rav: Porque também está escrito na Sabedoria da Cabalá, que chegamos à última geração, e não é mais uma pessoa que passa para outra, como uma cadeia. Mas precisa de ser uma geração que é toda atraída pelas massas aos milhares pela Sabedoria da Cabalá. Homens, mulheres, jovens e portanto não há limitação em termos de idade, sexo, nacionalidade. E portanto, penso que precisamos de construir os ensinos, os grupos de uma forma concordante. Que haja homens, mulheres e mesmo jovens, que estudem em diferentes aulas, em níveis diferentes, e avancemos dessa forma. Ou seja, por forma a preparar a Sabedoria da Cabalá para toda a humanidade, para que eles a adotem.

Norma: Por que é que nesta altura da última geração e no início de uma nova etapa a liderança espiritual tem que ser feita por um grupo e não por uma pessoa. Para além de estar escrito assim, quais são as razões pelas quais não é uma pessoa, mas precisa de ser um grupo de liderança?

Rav: Porque vemos que no passado, era um rei, e ele podia controlar toda a realidade. Hoje é um parlamento e não apenas um, mas dividido em diferentes ramos, e eu penso que a Sabedoria da Cabalá, o tempo chegou para ela estar dividida em muitas partes. Que não vai ser uma pessoa, mas várias pessoas. Cinco ou dez, que controlam o estudo, e sob elas, outras cinquenta ou cem ou mesmo mais, que também estão a liderar este ensino em diferentes círculos, porque nós precisamos de ver como é que ensinamos uma geração inteira. Não é simples. Portanto, de forma correspondente, isto é o que precisamos de fazer.

Norma: Então é por que precisamos de multiplicidade de características, ou, de diferentes talentos para ter esta liderança do grupo de Cabalistas nesta nova era?

Rav: Claro. Porque as pessoas que se juntam cada um vem com uma abordagem diferente, e as pessoas que se juntam hoje, não tem nada a ver com o tipo de pessoas que se juntavam aos grupos cabalísticos centenas de anos atrás. Hoje as pessoas são todas muito complexas. Todos com as suas opiniões, e diferentes hábitos, também estudaram cada um na sua escola e universidade, de acordo com a sua profissão e portanto olham para o mundo de forma diferente e percepcionam as coisas, percepcionam a Sabedoria da Cabalá de uma forma muito diferente. Não é como costumava ser. Eu lembro-me de mim próprio, trinta ou quarenta anos atrás, quando comecei a estudar a Sabedoria da Cabalá, não havia grandes diferenças entre os estudantes. Mas hoje há muito mais. Portanto, há necessidade de haver muitos estudantes e professores, e em muitas línguas também e isto é algo que precisamos de desenvolver. Este é o problema da última geração, o desafio, e estou grato por termos este problema porque significa que há trabalho para nós fazermos, que é adaptar a Sabedoria da Cabalá ao novo mundo.

Norma: Como elegemos esta liderança? Com base em que critérios? Quem é digno de fazer parte desta liderança por exemplo?

Rav: Eu penso que os meus estudantes, que estão a estudar há muito anos, precisam mais ou menos de o organizar. De ver qual dos seus amigos é mais merecedor de acordo com a quantidade de conhecimento, de acordo com a abordagem de acordo com a conexão com os estudantes, de acordo com a experiência no ensino, que tenham ensinado antes, porque temos muitos círculos, etc… Estas pessoas, precisamos de lhes permitir continuar a desenvolver, de abrir todo o tipo de grupos de estudos para eles e mais e mais vamos unir-nos à volta deles, e, ao longo do tempo, vai ser construído como uma pirâmide. Isto é o que espero ver. Desculpe.

Norma: Sim, não, desculpe. Ao longo do tempo, deve existir algum tipo de rotação?

Rav: Eles já decidiram entre eles. Não acho que seja uma questão de rotação aqui, mas há muitos estudantes, e muitos professores e pode ser que troquem de tempos a tempos de uns para os outros. Porque cada um tem um diferente estilo e pode acrescentar algo ao estilo dos outros. Acho que não há lugar para a competição aqui, apesar de que isso também é benéfico para o desenvolvimento da Sabedoria, como diz que a inveja de autores aumenta a Sabedoria.

Norma: O Dr. mencionou que o líder ideal é aquele que não procura ser um líder, e por que é que é assim?

Rav: Uma pessoa que é atraída internamente a esta Sabedoria é uma pessoa que gosta de estar sozinha, pensar, aprofundar no sistema da natureza que está em frente a ele. Gosta de estar em diálogo consigo próprio. E portanto, eu penso que não há grandes problemas de competição, porque se são mesmo pessoas espirituais, é preciso haver participação e apoio mútuos. E a partir disso, vamos obter mais Fontes de Sabedoria.

Norma: O sistema de relações e laços entre os estudantes e o professor é algo que muda?

Rav: Muda na medida em que o estudante é capaz de se elevar nos Degraus da Escada Espiritual. Assim é.

Norma: O Dr. mencionou que quando o estudante avança, o Criador transforma-se no seu professor. O que é que isso significa?

Rav: Que se torna mais espiritual, que se eleva nos degraus de Aproximação ao Criador, que tem uma conexão mais próxima com o Criador, e fica menos necessitado de livros e começa a obter o seu espírito e conhecimento e força diretamente da revelação espiritual.

Norma: Como é que o Dr. vê o grupo Bnei Baruch quando o Dr. já não estiver na liderança física deste? Como é que funcionará?

Rav: Eu quero vê-los avançar. Que há muitas pessoas que ensinem e aprendam, que a organização já esteja organizada em vários níveis como uma universidade por exemplo, em que temos o primeiro, segundo e terceiro semestres. Que tenhamos a mesma coisa aqui, que as pessoas entrem e continuem, e aprofundem. Que haja uma gradação por níveis, por revelação, talvez. Isto é o que eu gostaria que fosse. Espero que as mulheres entrem um pouco mais na estrutura dos estudos, e que a lacuna entre homens e mulheres não cresça, mas seja reduzida. Não sei. A mim parece que temos apenas de continuar.

Norma: Para finalizar, que tipo de desenvolvimento, expansão e liderança para a Sabedoria da Cabalá que prevê para o futuro?

Rav: Eu espero que seja como o Sanhedrin, que tínhamos em Israel há 2000 anos atrás. Que haja dezenas e dezenas de pessoas, em revelação, conectadas entre elas e serão elas a determinar a forma de ensino, o estilo de vida, os tipos de conexão entre toda a gente. E isto é como esta sociedade de cabalistas se vai desenvolver.

Norma: Como resumiria então este programa, para termos uma ideia final acerca de Liderança Espiritual?

Rav: Como já mencionei, e depois disso também falaremos sobre isso nas nossas lições, aqui precisa de haver algo muito simples. As pessoas que estudam hoje em dia, precisam de se aproximar mais e mais, e de acordo com a sua capacidade de conectar, eles precisam de ver os grupos em liderança, não a pessoa, mas os grupos em liderança no estudo, na disseminação, e assim, determinam para eles próprios, que conexões entre eles são consideradas “a cabeça”. Na sabedoria da Cabalá, não há líder, tanto quanto nos possa parecer dessa forma. Também vemos isso durante a história. O que é preciso é um grupo, vários cabalistas conectados entre si, e eles, na sua conexão, alcançarem a união chamada de “ser uma cabeça”, porque é impossível que apenas um deles seja ‘a cabeça’, porque lhe faltam muitas das qualidades necessárias para ser um líder de muitas pessoas. Precisa de ser uma assembleia, uma heterogeneidade de diferentes qualidades e desta forma precisam de avançar, sob este tipo de liderança. É preciso que seja um grupo, três, cinco, talvez dez, professores dedicados, veteranos, para ensinarem toda a gente, e para se ensinarem uns aos outros juntos.

Norma: Que tenha muito êxito Dr. Laitman. Muito obrigada pelas suas impressões acerca deste tema. E até ao próximo programa.

Rav: Muito obrigado e tudo do melhor!