Estados Espirituais
O nascimento da alma
06 de Agosto de 2021 28:55 min
Transcrição:
Texto para Legenda
Moshe: Continuamos a nossa série de programas sobre Estados espirituais e hoje vamos falar do nascimento da alma. Olá Dr. Laitman.
Rav: Olá, Olá!
Moshe: Como sabemos o embrião é o primeiro nível do desenvolvimento espiritual de uma pessoa.
Rav: Não apenas espiritual, mas também neste mundo!
Moshe: Certo! Vamos analisar de forma paralela como um embrião, um feto nascem no nosso mundo, e como acontece no mundo espiritual, e como podemos aprender de um para o outro porque temos a lei da Raiz e ramos e portanto os mesmos processos que acontecem. Como acontece no mundo físico sabemos mais ou menos, portanto gostaríamos de lhe perguntar como acontece na espiritualidade. O primeiro nível do desenvolvimento espiritual, tal como no mundo físico, começa com a inseminação, no qual dez milhões de espermatozóides precisam entrar no ventre, sim, dez milhões é o que precisamos. Na espiritualidade dizemos que 100 pessoas entram na sala e uma delas sai para ensinar. Há algum tipo de relação?
Rav: Sim. Na espiritualidade é verdade, tal como no mundo físico, no qual a pessoa precisa passar por muitos estados diferentes. E de todos os seus estados espirituais precisa escolher o mais correto. É semelhante a como uma gota de semente entra no ventre, e no ventre alcança um local especial onde pode agarrar-se à parede do ventre e começar o seu desenvolvimento. É tudo semelhante a como uma pessoa, não em competição com os outros, mas como a pessoa, em competição contra ela mesma, contra o seu ego, como a pessoa avança para a frente de forma persistente e consistente, não se permitindo desviar do objetivo mesmo que caia e não tenha qualquer controle. Ainda assim a pessoa está direcionada ao seu objetivo, segue o seu objetivo, que precisa de o alcançar, não importa a que velocidade, a que passo, não importa se tem habilidades ou não, etc. Qualquer pessoa. Se fizerem o esforço, conseguem.
Moshe: Significa que a pessoa precisa de passar por centenas e milhares de estados e num certo ponto acontece a inseminação, ou seja, a entrada no mundo espiritual.
Rav: Sim. A primeira conexão do homem e da sua alma com o Criador.
Moshe: O que é que a pessoa sente nesse estado?
Rav: A pessoa sente que há uma nova qualidade que aparece nela, a qualidade de doação, a qualidade de amor. Uma qualidade superior que está acima do ego do nosso mundo.
Moshe: Então ele rejeita o seu ego, para o seu próprio benefício?
Rav: Sim.
Moshe: Na espiritualidade existem os 3 dias para a absorção da semen no ventre.
Rav: Talvez não sejam três estados, mas três forças que precisam de se combinar e continuar o seu desenvolvimento. É a direita, a esquerda e o meio. Não lhes quero dar nomes nem aprofundar muito isto, a fim de não confundir os nossos telespectadores.
Moshe: Muito bem, então, o desenvolvimento dentro do útero, e sabemos isto da nossa vida física, dura por 38 semanas, que são cerca de 9 meses. Isto corresponde às 9 Sefirot na espiritualidade?
Rav: Sim. O desenvolvimento dentro do útero na verdade acontece em paralelo ou em semelhança com o desenvolvimento do embrião espiritual e como ele se desenvolve. É assim que o embrião físico se desenvolve também.
Moshe: O que é interessante é que nas primeiras 8 semanas o feto é chamado de embrião, e depois é chamado de feto. E na Sabedoria da Cabalá o processo da formação do feto ocorre nos primeiros 40 dias. Qual a razão destes 40 dias, e o que sente a pessoa nesse estado?
Rav: Há 3 dias que é a implantação do semen na parede do útero e depois os 40 dias são o desenvolvimento inicial do embrião, e depois 3, 3 e 3 meses do desenvolvimento do feto durante 9 meses.
Moshe: Isto é como é dividido, não vamos aprofundar muito isto…
Rav: Há muitos detalhes aqui, e há parâmetros com os quais não estamos familiarizados, e que nem sequer a medicina está familiarizada.
Moshe: O seu professor escreve num dos seus artigos que o Criador coloca uma forma dentro da outra, dentro da nossa forma egoísta a forma altruísta começa a desenvolver-se. Isto é do que estamos a falar?
Rav: Sim. Em hebraico é tzurah betoch tzurah, ou seja, que dentro do nosso desejo egoísta que é toda a nossa Natureza, começam a desenvolver-se desejos altruístas, amor, doação, sentir o outro.
Moshe: Então este desenvolvimento começa quando as qualidades altruístas começam a desenvolver-se em nós?
Rav: Sim.
Moshe: Explicou que este processo é acompanhado com algum sofrimento, fúria, raiva pelo qual a pessoa tem que passar e a pessoa deve ir em fé acima da razão, com os seus olhos fechados.
Rav: Isso é no começo. Mas depois, tudo acontece dentro da pessoa, e há uma tensão constante de preservar a intenção para com os outros, a intenção de doar aos outros e ao Criador.
Moshe: É trabalho muito duro a anulação perante o Superior. Que trabalho é este exatamente?
Rav: Todos estes esforços ocorrem dentro de uma pessoa. E portanto é difícil dar um exemplo.
Moshe: Mas o anulamento relativamente à Força Superior, o que é?
Rav: Suprimir o seu ego e elevar-se gradualmente acima dele para doação, amor e altruísmo.
Moshe: Podemos dizer que quando estas qualidades egoístas são retratadas dentro de nós temos que anular o nosso eu, para o Superior fazer isso dentro de nós? Então, se um embrião normal se anular em relação à sua Mãe é algo que acontece de forma instintiva?
Rav: Obviamente, é feito pela Natureza.
Moshe: E nós temos que o fazer de forma consciente, e isto é considerado que nós estamos a anular.
Rav: Sim.
Moshe: Ouvi o Dr. dizer muitas vezes que o desenvolvimento interno dentro do útero é um milagre, que o processo é um milagre. Porquê? Como?
Rav: Porque é a conexão de dois parâmetros completamente opostos, a recepção e a doação. Onde a qualidade da doação e amor prevalece acima da qualidade de recepção e então começa uma nova vida a formar-se. Todo este processo na Natureza é muito complexo, especial e contrário à Natureza. O que é natural é o desenvolvimento, mas aqui não estamos a falar de desenvolvimento mas da conexão dos opostos, um dentro do outro. E portanto é uma maravilha.
Moshe: No mundo material é compreensível, temos o corpo que se desenvolve dentro do organismo da Mãe e o organismo não o rejeita. E na espiritualidade?
Rav: Na espiritualidade é o mesmo na verdade. O nascimento de um organismo dentro do outro acontece em segundo plano da rejeição.
Moshe: Então o milagre é que se desenvolvem em nós as capacidades altruístas?
Rav: Sim.
Moshe: De repente a pessoa não pensa nela mesma.
Rav: A pessoa precisa passar por todas estas coisas e aceitar tudo contra o seu próprio estado, em contraste com o seu estado. Ele precisa anular-se.
Moshe: Dizem que o embrião vê, ou o feto vê todo o mundo de ponta a ponta.
Rav: Significa que não tem limitações, que está em correspondência completa com a existência Superior, seja o organismo da Mãe ou as qualidades do Criador. Ele não evoca nenhum desejo egoísta dentro dele, mas tudo o que existe, todas as coisas opostas que existem nele, contra a Mãe, é tudo suprimido pelo sistema Superior. E ele desenvolve-se dentro da Mãe, e apesar dele estar em contradição, estar oposto, e em certos momentos parecer que a oposição da Mãe vai fazer acontecer um aborto, o organismo da Mãe assume tudo, e suprime qualquer oposição entre a Mãe e o embrião, e o embrião continua a desenvolver-se.
Moshe: Podemos dizer que todos os níveis do desenvolvimento do embrião, os 3 dias de absorção da semente, os 40 dias da inseminação, é tudo a correção do nosso ego?
Rav: Claro!
Moshe: Se entendi corretamente, relativamente ao embrião ver de ponta a ponta significa que o embrião vê todo o seu ego, mas pode usar apenas uma pequena parte dele.
Rav: Ele quase não usa nada. Ele está a ser alimentado de forma automática, está protegido de tudo. Não tem nada de si mesmo.
Moshe: Então ele anula-se simplesmente?
Rav: Um embrião espiritual precisa trabalhar no anulamento de tudo o que aparece nele. No mundo físico é tudo feito com influência da Mãe.
Moshe: A vida de um embrião depende do cordão umbilical, e como sabemos na Sabedoria da Cabalá, este é o grupo. Portanto, o principal é não esquecer dos processos que falamos agora, que todo o processo de desenvolvimento que acontece através do grupo?
Rav: Sim.
Moshe: Então, tal como a Mãe que alimenta o seu embrião através do cordão umbilical, o Criador desenvolve a pessoa através do grupo.
Rav: Na verdade talvez não o pequeno grupo, mas todo o ambiente circundante.
Moshe: Até chegar a toda a Humanidade?
Rav: Sim. Eventualmente é um sistema chamado “Uma alma”.
Moshe: O que é que a pessoa obtém do grupo? Que tipo de alimentação?
Rav: Todas as forças que ele recebe desde o alto, recebe através do ambiente circundante. Ele está no fundo desta cadeia e através de toda esta cadeia, a raiz opera nele através dela.
Moshe: Temos este ambiente mais abrangente que é a humanidade e existe um ambiente circundante, como os familiares, pares, colegas e as pessoas que querem avançar na espiritualidade, tal como eu.
Rav: Eles são aqueles que são importantes, porque na sua conexão com eles desperta a força Superior para que o comece a influenciar e a desenvolvê-lo.
Moshe: Desenvolve os nossos desejos, a nossa importância pelo desenvolvimento, eleva a minha importância. E quando ao resto do ambiente?
Rav: Faz tudo parte da mesma alma. Neste momento não estão de forma prática na espiritualidade, mas de forma gradual, pouco a pouco vão ver a medida na qual, em conjunto com você, formam este sistema geral chamado Alma.
Moshe: Então o Criador influência-os através de mim?
Rav: Sim, mas indiretamente.
Moshe: Então é como dizer que aqueles que pensam como nós são o nosso ambiente mais próximo e que me explicam como fazer as coisas, e mais tarde percebo qual a razão pela qual existem um milhão de chineses, e que o Criador me influencia através deles.
Rav: Sim.
Moshe: Um feto não tem boca e recebe tudo através do cordão umbilical, e depois do nascimento a boca começa a trabalhar e é chamado, na Sabedoria da Cabalá, o Pé (Boca) do Partzuf em hebraico. E diz que recebe 32 dentes…
Rav: Bem, isso é bem depois!
Moshe: Sim, alguns estados, anos depois. Mas o que é interessante é que os dentes, na espiritualidade, são ferramentas que ajudam a pessoa a esclarecer coisas.
Rav: Certo. Tal como os nossos dentes no nosso organismo. Ajudam-nos a digerir o alimento e participar no processo de consumir o alimento. Moldar a comida. Sem isso é impossível. Os animais, peixes, todos os seres vivos têm dentes ou algo similar de uma forma ou outra.
Moshe: Então, temos 32 dentes, e de forma correspondente os 32 canais de Sabedoria, Chochma. Qual é a diferença entre receber diretamente pelo cordão umbilical, ou quando começa a mastigar?
Rav: Através do cordão umbilical ele recebe tudo o que lhe é dado. Ninguém lhe pergunta o que ele precisa. Ele se anula completamente e recebe tudo desde o alto e consente a tudo. Depois, conforme cresce, o seu cérebro desenvolve-se a consciência, sabe, nos estados iniciais. E depois do nascimento já começa a rejeitar, a decidir se quer ou não, já há problemas com o seu organismo, e com o consumo do alimento.
Moshe: Às vezes faço a seguinte associação: quando a pessoa recebe do Criador, não é um tipo de fé cega? Que concordamos com tudo o que acontece.
Rav: Sim, é fé cega. Aceitamos tudo o que advém do Criador como sendo certo e correto.
Moshe: É um estado muito avançado, como concordar com tudo o que acontece.
Rav: Os desejos ainda são pequenos e depois esses desejos vão crescer, e da mesma forma, os sistemas através dos quais a pessoa anula este desejos vão ter que desenvolver também. acima destes desejos, de uma forma ou outra, a pessoa agarra-se ao Criador, através de orações, pedidos, etc. Ou seja, ele vai de forma consciente, não é que a Força Superior vai decidir tudo para anular o seu ego, mas ele mesmo vai fazê-lo de forma gradual, recebendo todo o trabalho do Criador, que o Criador fez para ele mesmo nos estágios iniciais do seu desenvolvimento.
Moshe: Então quanto mais avança, mais difícil é anular-se perante o Criador, concordar com Ele?
Rav: Sim, e o ego cresce o tempo todo, as diferentes condições desenvolvem-se o tempo todo de tal forma que uma pessoa precisa de se fortalecer, e portanto há necessidade do grupo, do estudo.
Moshe: Provavelmente como no nosso mundo, que é mais fácil para uma criança concordar com os seus Pais do que um adulto, por exemplo. O embrião desenvolve-se com a sua cabeça para cima, e isto significa que todo o tempo que elevar a importância do ambiente daqueles que são como ele, que querem alcançar o objectivo espiritual. E quando nasce, está com a cabeça para baixo.
Rav: Certo. Completamente anulado. E isto vem desde o alto, é feito pela Força Superior, não é que seja a pessoa a fazê-lo. A força Superior vira o feto de pernas para baixo, tudo o que a pessoa tinha no nível anterior desaparece, ele nasce, passa pelos canais de nascimento, o cordão umbilical é cortado e já é considerado um recém nascido, e de forma independente começa o seu caminho. Ou seja, já se anula tanto quanto consegue em relação ao Superior, de acordo com as condições que descobre nele mesmo, e entre ele e o Superior.
Moshe: Este desenvolvimento interno no útero, em relação com o embrião não há tempo, espaço, e de repente, quando uma pessoa nasce é um mundo tão diferente, uma existência tão diferente, tem ar, tem boca.
Rav: É um novo nível espiritual.
Moshe: Quando a pessoa nasce na espiritualidade, também há esse contraste ou mesmo mais?
Rav: Sim. Não sei bem dizer se há um contraste, mas é um mundo diferente, sim. E por isso está escrito: “eu vi um mundo ao contrário”.
Moshe: Ao contrário como?
Rav: A qualidade da recepção e a qualidade de doação trocam de lugar. No nosso mundo prevalece a qualidade da recepção.
Moshe: Então isso que que é importante para mim torna-se pouco importante e vice versa?
Rav: Sim.
Moshe: Então, se no nosso mundo nós somos importantes, e nosso benefício é importante, então no mundo Superior…
Rav: Doação. Os outros são mais importantes do que eu mesmo!
Moshe: Como é que os outros podem ser mais importantes que nós?
Rav: Porque através deles estamos conectados com o Criador, são a parte mais importante da nossa alma e os outros não existem de todo. Apenas nós e o Criador. E tudo o que existe entre nós é a nossa alma.
Moshe: Então vemos todas as 8 bilhões de pessoas como o nosso eu verdadeiro?
Rav: Sim.
Moshe: E esta é a inversão. O mundo ao contrário. O embrião concorda com tudo, que tem o melhor, com excepção de que é oposto ao seu ego. Se o embrião critica o alimento que o Superior lhe dá, e não a aceitar como boa, então há um processo chamado “aborto”. O que significa criticar o alimento que o Superior lhe dá?
Rav: Significa que não está satisfeito com a forma como o Criador o trata.
Moshe: e como é que a pessoa pode estar satisfeita se é um egoísta?
Rav: Mas ele tem um sistema onde se corrige, onde pede ao Criador para tomar conta dele e ele toma, Ele alimenta-o, ou seja, desenvolve-o corretamente. Mas se ao contrário a pessoa não receber estes processos que o Criador opera nele, e Não há Nada Além Dele, o que acontece é que não existe uma equivalência entre eles, tensão, que pode levar a um aborto.
Moshe: E um aborto na espiritualidade o que é?
Rav: A pessoa deixa de estar em contacto com o Criador e toda a sua essência espiritual desaparece.
Moshe: Terrível! E então?
Rav: Fica com o seu corpo físico que vive até que a pessoa se tenta livrar dele e anseia tornar-se um embrião.
Moshe: Ele espera pela próxima oportunidade?
Rav: Não pode esperar, tem que agir!
Moshe: Sabemos que o tempo e espaço na espiritualidade significa renovação de forma, inovação de forma. E na espiritualidade o processo pode levar 7, 9, 12 meses. O que significa isto?
Rav: São os 9 meses, mas podem ser reduzidos a 7 ou estendidos a 12. Reduzidos a sete é algo que vemos no nosso mundo. Que as crianças com 7 meses e 8 meses nascem, e até mais novas. Mas acima do tempo, não é bom, pode trazer maus resultados, não é feito no nosso mundo, recebemos uma injeção para acelerar e o feto é arrancado. É como um anfitrião atirar um hóspede para fora da sua casa.
Moshe: Em hebraico, chodesh (mês) advém da palavra chidush (inovação).
Rav: Sim, significa que se desenvolve, que completou o seu desenvolvimento principal: Chesed, Gevura, Tiferet, Netazh, Hod, Yesod e Malchut. Ou seja, são sete meses, e agora, há mais dois meses adicionais, que são Chesed Superior, Bina e Chochma. 9 meses. E aqui já está completamente fechado e a única coisa que falta é sair da Mãe e começar a desenvolver.
Moshe: E o Keter não é considerado?
Rav: Esse é o Superior.
Moshe: Portanto, 9 meses, 9 Sefirot.
Rav: Sim.
Moshe: E de onde advém os 12?
Rav: Bem, existem condições únicas onde temos períodos de 12 meses do desenvolvimento intra uterino. está escrito acerca disso em certos livros, no Talmud, mas é algo extraordinário.
Moshe: O desenvolvimento do feto significa que vamos de estado para estado, em desenvolvimento, e Ibur, inseminação, advém da palavra Ibur, que também significa atravessar.
Rav: Sim, sim, tudo advém do mesmo. Ibur, ubar, over, inseminação, embrião, passar através.
Moshe: E estes são níveis de desenvolvimento através dos quais podemos equilibrar o nosso egoísmo com a intenção altruísta que o criador retrata em nós.
Rav: Sim. É o retratar da intenção correta da forma do feto espiritual.
Moshe: E tudo isto é apenas possível através de um grupo daqueles que querem desenvolver de forma espiritual. Não podemos estar conectados com o Criador.
Rav: Não há uma conexão direta com o Criador. Apenas através do grupo. Quando ansiamos a conectar com os outros, então geramos esta conexão através da qual podemos nos conectar com o Criador.
Moshe: O Criador é uma força que se reveste no grupo, opera numa pessoa.
Rav: Sim.
Moshe: Este foi o processo do desenvolvimento do embrião, muito obrigada por todas as suas explicações. Até à próxima. Tudo do melhor!
Rav: Até a próxima
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